terça-feira, 2 de agosto de 2011
Pastor Batista celebra casamento no Hospital das Clínicas em Ribeirão Preto
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O Pastor como Despenseiro
Preletor: John Stott O 'gerente da casa' tem a responsabilidade de cuidar dos depósitos de Deus
Muitos dizem que o Brasil é o país do futuro. No mínimo, é um dos países que irá influenciar o futuro do mundo. Tem uma grande potencialidade de recursos e é um dos maiores países em extensão. É, também, um dos maiores em população. Um país em que Deus está fazendo uma grande obra.
O pastor é, talvez, um dos homens mais importantes neste quadro. Ao lado do evangelista, do apóstolo e do profeta (Ef 4.12), o trabalho do pastor é chave para o estabelecimento de uma Igreja sadia, obediente e reprodutiva dentro da sociedade brasileira.
Sem o pastor, todo trabalho de evangelismo e estabelecimento de novas igrejas vai durar apenas uma geração. Deus tem confiado uma grande responsabilidade ao pastor: o fortalecimento do rebanho e a edificação do corpo de Cristo, em amor, para cumprir com Seus propósitos.
Para fazer isso, o pastor fala, ministrando a Palavra de Deus ao povo de Deus. A Bíblia usa a palavra “pregação”. Várias vezes, durante a semana, o pastor é chamado a pregar, quer dizer, a falar as palavras de Deus. Portanto, as perguntas básicas de todo pastor são: “O que falarei?” e “Onde descobrirei o que hei de falar?”. A resposta a essas perguntas está relacionada com aquilo que o pastor é e não é.
O que o pastor não é
O pastor, primeiramente, não é como o profeta que recebeu a revelação original da boca de Deus. Basicamente, Deus já nos revelou tudo o que queria revelar. Tudo que nós precisamos para a vida já está na Bíblia. Quando Ele fala hoje, por meio do Seu Espírito, é para aplicar a Palavra às nossas vidas.
O pastor também não é um apóstolo, como os doze discípulos. Eles foram testemunhas oculares da ressurreição de Jesus e foram ordenados pessoalmente por Jesus Cristo a apascentar as Suas ovelhas. O pastor não tem a autoridade de uma pessoa que recebeu tudo pessoalmente das mãos de Jesus. O que ele fala é sujeito a discussão, porque ele não tem o monopólio da interpretação.
Em terceiro lugar, o pastor não é um papagaio. Ele não é uma pessoa que colhe idéias de outros e repassa-as adiante como conhecimento próprio.
Suas idéias não são achadas em qualquer lugar. Os seus sermões não são sacolas de trapos; quer dizer, idéias e pensamentos simplesmente colhidos de livros e de sermões que outros já pregaram. Não é errado usar as idéias de outras pessoas ou citar outros em nossos sermões. O problema com o papagaio é que ele não usa sua própria mente. Ele usa idéias, palavras e pensamentos de outros porque é preguiçoso.
O que o pastor é
Como, então, o pastor resolverá o seu problema básico de conseguir o que vai falar? O pastor, como Paulo, é um despenseiro dos mistérios de Deus (1Co 4.1,2). Um despenseiro é um administrador que cuida dos bens de uma outra pessoa. Os mistérios são a revelação de Deus preservada na Bíblia. Portanto, a mensagem do pastor não vem diretamente da boca de Deus, como a mensagem do profeta ou do apóstolo, nem da mente de outras pessoas, como a mensagem do papagaio, mas, da Palavra de Deus da qual ele é o despenseiro privilegiado.
A palavra despenseiro significa “o gerente da casa”. O gerente da casa está debaixo da autoridade do dono da casa, com a responsabilidade de proteger, cuidar, ministrar e prestar contas de todos os bens ao dono. O depósito que Deus nos confiou é a Bíblia e o pastor, como despenseiro, tem a responsabilidade de distribuir este depósito ao povo com fidelidade (1Co 4.2).
A motivação do pastor
O fato de sermos despenseiros, deve ser um incentivo ao nosso trabalho. Deus tem colocado a Sua confiança em nós e desejamos demonstrar que merecemos tal confiança.
É muito fácil para um pastor ficar desanimado ou abatido. Afinal, ele não lida com coisas mecânicas, mas com homens e mulheres. Nem sempre eles cooperam com as boas idéias do pastor. Muitas vezes, só reparam nos erros!
O fato de que Deus achou por bem nos confiar tesouros tão valiosos, nos deve dar confiança no que fazemos. Não é possível ficar desanimado quando consideramos que o Deus do Universo nos confiou algo tão essencial como a ministração dos Seus mistérios ao Seu povo.
Paulo diz que a pregação é algo que ele não pode deixar de fazer (1Co 9.16,17). É obrigado a trabalhar! Deus está dependendo do pastor, Seu despenseiro. Sua família também está esperando que o despenseiro a alimente. Só assim a casa terá sucesso. Só assim será bem administrada.
A mensagem fiel do pastor
A mensagem do pastor depende do fato de que ele é um despenseiro: sua mensagem não lhe pertence, mas pertence ao Senhor. Ele não a inventou. É algo que ele recebeu. Ele tem a responsabilidade de ser fiel à mensagem que lhe foi confiada através da Palavra de Deus. Como ser fiel à mensagem? Há três coisas que podemos fazer: guardar o bom depósito, ministrar o bom depósito e disciplinar-nos.
Guardar o bom depósito
Nas cartas a Timóteo, Paulo chama a sua atenção ao fato de que lhe foi confiado um depósito (1Tm 1.11; 2Tm 1.12) e exorta-o a guardar fielmente este depósito (1Tm 6.20; 2Tm 1.13,14).
Ele deseja que Timóteo não deixe a mensagem ser modificada por causa da oposição de palavras vãs, baseadas numa ciência falsa, mas que fique fiel ao modelo de palavras sãs que recebeu de Paulo.
Nós também recebemos, de Paulo e da Bíblia, as mesmas sãs palavras. Só podemos guardá-las bem, garantindo a comunicação pura e verdadeira, por meio do Espírito Santo que habita em nós (2Tm 1.14).
Paulo é mais específico sobre como guardar este depósito. Em 2Co 2.17, ele afirma que não faz como muitos que falsificam a Palavra de Deus. Ao contrário, Paulo usava a Palavra de Deus com seriedade, para aquilo que Deus a tinha destinado. Em 4.2, no grego, ele diz que “não diluímos a Palavra de Deus”.
A palavra “diluir” era usada no comércio de vinho. Alguns colocavam água no vinho para lucrar mais. A idéia é de que alguns “vendiam” a Palavra de Deus, visando lucro. Adulteravam a Palavra de Deus para fazê-la mais aceitável. Esse não é o nosso alvo.
Não apresentamos a Palavra de Deus só para que os nossos ouvintes gostem. Porém, procuramos manifestar a verdade que nos foi confiada para que a tornemos conhecida. Somos despenseiros e é isso que nosso Mestre nos incumbiu a fazer.
Ministrar o bom depósito
Esta é a pregação: manifestar a verdade tal como está escrita na Bíblia. Portanto, cada sermão que pregamos deve ser uma exposição da verdade de Deus. Paulo recebeu a comissão de dar pleno cumprimento à Palavra de Deus (Cl 1.25). Aos presbíteros em Éfeso, ele disse: “jamais deixei de anunciar todo o desígnio de Deus!” (At 20.27).
Todos temos nossas doutrinas favoritas ou trechos prediletos para pregar. Mas um despenseiro fiel não serve somente arroz em cada refeição. Ele serve a refeição completa e variada visando a boa alimentação de todos, A casa de Deus precisa de despenseiros que ministram sistematicamente toda a Palavra de Deus, tanto as passagens bem conhecidas como as pouco conhecidas. Como fazer isto?
Precisamos nos avaliar: de que verdades estamos nos esquivando? Em quais estamos nos concentrando demais? Um método que nos mantém fiel à Palavra toda é seguir livros inteiros da Bíblia, capítulo por capítulo, versículo por versículo.
Nossa exposição tem que ser simples e direta. Devemos demonstrar claramente o caminho que o povo deve seguir. Em 2 Tm 2.15, Paulo exorta Timóteo a estudar a fim de manejar bem a Palavra. Manejar pode ser traduzido por “cortar reto”, como em Pv 3.6: “Ele endireitará as tuas varedas”. Nossa exposição da Bíblia tem que ser simples, direta e fácil de entender. O sermão deve preparar para o povo uma estrada reta, fácil de seguir.
A disciplina do pastor
O bom despenseiro familiariza-se com todo o conteúdo do depósito. O depósito que está guardado nas Escrituras é tão extenso que uma longa vida de estudos não conseguiria esvaziar suas riquezas e variedades. A pregação expositiva não é fácil. Talvez por ser tão árdua é que ela é encontrada no ministério de tão poucos. Os únicos que estão preparados para realizar este ministério são os que estão preparados para seguir o exemplo dos apóstolos em Atos 6.4.
Eles acharam desperdício abandonar a pregação da Palavra para servir às mesas. Antes, “nos consagraremos ao ministério da Palavra”. Esses eram despenseiros fiéis.
A pregação sistemática é impossível sem o estudo sistemático. Não é suficiente deslizar por cima de uns poucos versículos cada dia. Também não basta estudar um trecho quando vamos pregar sobre ele. Diariamente precisamos estar nos aprofundando na Palavra de Deus. Nós mesmos devemos estar imersos nela. Precisamos conhecer os grandes temas da Bíblia e aplicar os resultados do nosso estudo à nossa vida.
Quando nos toca pregar sobre algo específico, então devemos nos aplicar ao estudo disciplinado, usando todos os recursos à nossa disposição.
Queremos chegar ao entendimento pleno do significado da passagem e da aplicação dela à vida do povo. Isso é trabalho árduo. Para ser fiel (1Co 4.2), o despenseiro vai procurar conhecer bem o depósito que lhe foi confiado a favor do povo de Deus.
Fonte> http://www.creio.com.br/2008/mensagens01.asp?noticia=830
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
O Brasil Precisa de Pastores de Caráter Limpo
O caráter de um pastor define o seu ministério. Isso significa que um pastor cujo caráter é íntegro produzirá um ministério limpo, cheio de graça e de verdade, um ministério sem nebulosidades. Contudo, um pastor sem caráter, invariavelmente, produzirá um ministério fajuto, de mentirinha, caracterizado pela arrogância, vaidade, roubos (não só financeiros, mas de tempo e de vidas), adultérios e neuroses pessoais pretensamente anunciadas como revelações de Deus.
Não adianta um ministério aclamado pelos homens, mas reprovado por Deus. No final, o que conta mesmo é minha vida diante de Deus. Quando se trata de liderança pastoral há um trecho da palavra de Deus que muito me chama a atenção. É o texto de Mateus 7:21-23, que diz: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.”
O curioso nesse texto é que todas as realizações alegadas pelos que estão sendo reprovados no juízo final são funções associadas à liderança pastoral: profecias, expulsão de demônios, realização de milagres. Só líderes no reino de Deus realizam tais tarefas. O Senhor, entretanto, os reprova, pois o coração desses líderes não era limpo, seu testemunho era condenável, suas motivações mais íntimas eram mesquinhas e egoístas. Na verdade, esses líderes tomavam o nome de Deus em vão todas as vezes que realizavam milagres, profetizavam ou expeliam demônios, pois no dia-a-dia “praticavam a iniqüidade”, promoviam a si mesmos.
Jesus, no sermão do Monte, entre outras bem-aventuranças, declarou que são “bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt. 5:8). Deus se importa muito com um coração limpo. Por essa razão, Jesus inclui os limpos de coração em suas bem-aventuranças.
O pastor precisa ter coração limpo se deseja servir a Deus com integridade e um testemunho pessoal aprovado. Davi escreve “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Por isso, o líder da igreja, deve conservar o “mistério da fé com a consciência limpa” (I Tm. 3:9).
Manter um bom testemunho por ter um coração limpo não necessariamente fará do pastor um sucesso entre os homens. Pelo menos enquanto este pastor estiver vivo. Depois de morto é outra história. Não obstante, é o bom testemunho que fará desse líder um vitorioso diante do Seu Senhor, pois Deus sabe que o bom testemunho agrega as ovelhas, enobrece o reino de Deus, honra o nome do Senhor, não escandaliza os mais fracos na fé.
Portanto, cabe a cada líder pastoral avaliar diariamente como está o seu coração. Esse exercício devocional é imprescindível para ser bem sucedido no ministério da Palavra, pois somente os limpos de coração verão a Deus e, assim, serão considerados bem-aventurados.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Pastores ocupam a 7ª Profissão mais confiável
Os carteiros, mesmo perdendo confiança de 2007 para 2009, são os profissionais com a segunda maior credibilidade, com 68,3% de confiança, posição antes assumida pelos professores em 2007. Os moradores de Vitória, os homens, as pessoas com ensino médio e superior e os entrevistados de classe A/B são os que mais acreditam nesses profissionais.
Os professores (64,9%) e engenheiros (59,2%) vêm em seguida. Em relação aos professores, a confiança é maior entre as pessoas da classe D/E. Os engenheiros possuem mais credibilidade entre os homens, entre os mais jovens, entre os entrevistados de nível superior e entre as pessoas de classe A/B.
Os jornalistas (56,7%), médicos (47,3%) e líderes religiosos (padres e pastores) (45%) assumiram a quinta, sexta e sétima posições, respectivamente. A profissão dos jornalistas foi a que apresentou maior crescimento em termos de pontos percentuais ao longo de sua série histórica, se comparada a todas os profissionais pesquisados, passando de 43,3% em 2004 para 56,7% em 2009.
Os economistas assumiram o 8º lugar no ranking das 14 profissões pesquisadas. De 2007 a 2009 o crescimento foi de 3,4 pontos percentuais e de 2004 a 2009 o crescimento foi de 13,1 pontos percentuais, sendo a segunda profissão com o maior crescimento ao longo de sua série histórica.
Os servidores públicos e juízes ficaram em 9º e 10º lugares no ranking. De 2007 a 2009 os juízes obtiveram um ganho de 1,1 ponto percentual, mantendo-se relativamente estáveis.
Em seguida aparecem os empresários, advogados e policiais (civis e militares). Os empresários obtiveram o maior crescimento de confiança entre 2007 e 2009, passando de 25,3% para 37,9%, ou seja, uma expansão de 15,4 pontos percentuais.
Os políticos foram os profissionais com pior avaliação a partir da opinião da população capixaba. Esses profissionais apresentaram um percentual de 5,9% de confiança entre os entrevistados. A desconfiança é maior entre os moradores de Serra e entre os homens.
Fonte: Gazeta Online
sábado, 19 de setembro de 2009
NOSSA HISTÓRIA ATÉ A ORGANIZAÇÃO EM 21 DE SETEMBRO DE 2002

Histórico da IBM.
Histórico lido no dia da organização da Igreja Batista Marincek.
“Por iniciativa da Igreja Batista de Campos Elíseos, em 1989 um ponto de pregação foi aberto no bairro Valentina Figueiredo, próximo ao Marincek, em casa de um casal que mostrava interesse para com o Evangelho. Mais tarde o trabalho foi transferido para novo endereço, a residência dos irmãos Luiz Augusto Machado e Adair Soares Machado. Desta vez o ponto de pregação tinha como base um lar cristão, situado à rua Amilcar Caturelli, 101. Neste endereço o ponto de pregação desenvolveu suas atividades, até que foi interrompido pela necessidade que a família hospedeira teve de ocupar o espaço cedido.
O trabalho, porém, cessou por pouco tempo. Logo o Senhor abriu novas portas, levantando os crentes, desta vez pela instrumentalidade do irmão Élio Rangel, que identificava um novo lar cristão para a retomada dos trabalhos evangelísticos no bairro. Surgiu então a casa dos irmãos Osvaldo Nunes e Petronilha Baptista Nunes, a rua José Grota Filho, nº 75. Isso em meados do mês de março de 1990.
No inicio de 19991, a Igreja Batista dos Campos Elíseos encerrou sua frente missionária na cidade de Brodowsky, transferindo, então, o Pastor Walter Pacheco da Silveira para o ponto de pregação no Marincek. Com a chegada do pastor para o Ponto de Pregação abriu novos horizontes. O culto semanal que vinha sendo celebrado às sextas-feiras continuou ainda por vários meses, e a ele foi acrescido o culto de oração às terças-feiras, em sistema rotativo, nas casas. O grupo também começou a se reunir aos sábados à noite para estudo bíblico. Estas três reuniões criaram laços firmes entre os crentes, que até então eram 14.
Em seus esforços de desenvolver o ponto de pregação, o pastor planejou organizar um grupo de estudo bíblico aos domingos pela manhã e obteve autorização para uso das dependências da Escola Alberto Ferriane. No dia 26 de Maio de 1991, ali o grupo pela primeira vez. Passaram a ser quatro as reuniões semanais. O grupo crescia na comunhão.
Nesta altura, tornara-se difícil à reunião de crianças e adultos na residência da família Nunes. O ponto de pregação precisava de uma sede própria. Orações foram feitas, possibilidades começavam a surgir e eram estudadas até que o Senhor abençoou o Seu povo concedendo-lhes por intermédio da Igreja Batista de Campos Elíseos, recursos para a aquisição de uma casa; casa que se situa à rua mesma onde os trabalhos prosseguiam vitoriosos.
Agora o ponto de pregação tinha sede própria! Sua localização é bem em frente ao número 75, à esquina da Rua José Grota Filho com a Marginal da importante Via Norte. Um culto de gratidão a Deus marcou esse ponto da história a 20 de março de 1992.
Com a aquisição da casa, o grupo logo, se transferiu da Escola Alberto Ferriane e do número 75. Limpeza e pequenos reparos e adaptações foram feitos a fim de comportar o grupo que já somava uma freqüência de 25 a mais nas reuniões dominicais de culto. O ponto de pregação tomava forma de congregação. Os novos crentes firmavam-se. Preparado os novos crentes, uma grande expectação havia em torno dos batismos. Aqueles crentes novos eram os primeiros frutos e o batismo deles nas águas era fator que faltava para a oficialização do trabalho em congregação.
Seis novos crentes deram sua pública profissão de fé e aguardavam ainda o batismo, quando em 30 de Maio de 1992, em culto solene, a Igreja Batista de Campos Elíseos, reunida no Marincek, oficializava o seu ponto de pregação em Congregação Batista do Marincek.
Quatro meses depois, a 18 de Agosto, eram batizados os primeiros frutos. A Congregação instalada como estava na casa que sofrera rápidas adaptações, tornava-se pequena para abrigar seus membros, crianças, visitantes e novos irmãos que vinham chegando. Então, sob a orientação de Deus a Congregação se lançou a construir um salão mais amplo para as reuniões de culto. Os crentes se uniram em esforços de fé e trabalho. Recursos não faltaram!
A congregação após a saída do Pr Walter, esteve em nosso meio o pastor o Pr Antônio Maciel Moreno, homem que muito realizou pela obra do Senhor no Marincek, chegando a um grande número de pessoas freqüentando os trabalhos da congregação e realizando batismos de pessoas que Deus estava transformando.
Com sua saída, o Pr Lamarque pastor da IBCE montou um projeto para a CB Marincek e convidou para liderar a Congregação Batista do Marincek, a irmã Miss. Roseli Ap. dos Santos de Junho de 1998 à Junho de 2000, é muito grato ao Senhor pelo trabalho realizado no Marincek pela Missionária.
Durante o curto período na saída da Missionária Roseli Aparecida e a chegada do atual pastor, o irmão Sem. Luiz Cláudio Quaglio, esteve na frente da congregação dando continuidade ao trabalho, algo que foi muito proveitoso, pois o ritmo das atividades não caiu, e foi de muita utilidade para o prosseguimento do trabalho no Marincek.
Em 13 de Agosto de 2000, começava a trabalhar na Congregação como Pastor Missionário da Igreja Batista de Campos Elíseos o Pr Paulo Renato Marques Rós o qual tomou posse em 07 de Outubro do mesmo ano, tendo em seu rol de membros 18 membros ativos. Desde então o Pr Paulo tem desenvolvido um trabalho debaixo da orientação de Deus, e muitas pessoas têm sido transformadas e famílias inteiras começando a freqüentar os trabalhos da Congregação.
Com o crescimento da freqüência de participantes e dos membros aos cultos, a Congregação Batista do Marincek começou juntamente com a Igreja Batista de Campos Elíseos um projeto para construção de um templo para melhor adorarmos o nosso Deus, e darmos maior conforto para os presentes. Templo este que começamos a desfrutá-lo no inicio deste ano.
A Congregação Batista do Marincek, com os batismos que o Pr Paulo já realizou chega a 43 membros arrolados. Tudo isto tem sido bênçãos para o trabalho Batista no Marincek. Toda a glória e toda honra seja dada ao nosso Deus, pelo crescimento do trabalho Batista realizado em Ribeirão Preto e região, e em especial no Marincek.
Temos o privilégio de agradecer a Deus juntamente com você por todas as bênçãos que Ele tem nos proporcionado no Marincek, por esse motivo queremos compartilhar com você a nossa alegria neste dia em que estamos organizando a Igreja Batista Marincek. Sendo a 5ª Igreja filha da Igreja Batista de Campos Elíseos e a 15ª Igreja Batista na cidade de Ribeirão Preto e a 1000ª Igreja Batista no Estado de São Paulo.
Ribeirão Preto, 21 de setembro de 2002.”