Mostrando postagens com marcador batista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador batista. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Wilson Fernandes - Louvando ao Senhor na IB Marincek



Deus tem feito maravilhas na vida do Wilson Fernandes. Um jovem que aceitou a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. E tem uma paixão pela adoração. Tem louvado ao Senhor mesmo com suas dificuldades.

Louvado seja o Senhor pela maneira que tem usado este servo dEle para sua honra, e através da ministração do louvor levar a palavra de Deus aos seus ouvintes.

sábado, 11 de setembro de 2010

Aniversário da IB Marincek



Nos dias 18 e 19 de Setembro celebraremos nosso 8º aniversario de organização da IB Marincek.

Queremos convidá-lo juntamente com sua família para juntos agradecermos ao Senhor por esses anos que nos tem concedido levar a sua palavra a comunidade onde estamos inseridos.

Para esta ocasião teremos como orador o Pr Joel Rodrigues Costa Jr, pastor presidente da IB Boas Novas de Ribeirão Preto. Com muita alegria celebraremos ao Senhor Jesus esse anos de vitórias.

Venha fazer parte desta Família e juntos adorarmos ao Senhor por seus feitos. Assista um pouco da história da IB Marincek e veja como Deus tem abençoado nossas vidas. Com toda certeza podemos dizer que "até aqui nos ajudou o Senhor".

Vídeo da história da IB Marincek veja na barra de vídeos abaixo.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

PROMIFÉ NA IBM


ANOTE EM SUA AGENDA
PROMIFÉ SERÁ NOS DIA 10 A 18 DE JULHO EM RIBEIRÃO PRETO.
As igrejas Boas Novas, Marincek e Trindade receberão as equipes do promifé durante esse período. Oremos paa que Deus através da ação do seu Espírito trabalhe nos lares que serão abordados, onde apresentarão o plano de salvação.
Os jovens que desejarem participar do promifé devem procurar o Reinaldo Camilo para fazer sua inscrição.
Não deixe para última hora.
Vamos lá moçada, está chegando.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

UM MOMENTO MARCANTE NA VIDA DA IB MARINCEK


Foi um momento maravilhoso para nossa igreja neste domingo onde celebramos ao Senhor vendo mais oito irmãos e irmãs obedecendo a ordenança deixada pelo Senhor Jesus Cristo passando pelas águas do batismo. Ouvir o testemunho público de fé desses irmãos e irmãs foi um tempo precioso e ver a transformação que o Espírito Santo de Deus tem realizado individualmente em cada vida é motivo de glorificar nosso Deus por sua ação nessas vidas.
Completar em agosto 10 anos na frente da IBM tem sido um tempo precioso em que o Senhor tem me proporcionado a aprender a servi-lo com muita gratidão
, e me faz sentir honrado de ver o crescimento espiritual desse rebanho em que o Senhor tem colocado para cuidar neste tempo.
Com toda certeza o trabalho desenvolvido nestes anos não seria possível se cada um não cumprisse sua função no corpo de Cristo, desenvolvendo seus dons e utilizando o talento que Deus lhes deu para servir melhor o Reino.
Louvemos a Deus juntos pois tudo o que tem ocorrido em nosso meio tem sido ação de Deus. E creio que Deus irá realizar muito mais.
Sabemos que são através das dificuldades que Deus nos mostra a alegria nas vitórias alcançadas a cada instante. Com toda certeza vivemos hoje o sonho de irmãos e irmãs que no passado creram que no bairro do Marincek nesta bela cidade de Ribeirão Preto haveria uma igreja comprometida com o Senhor Jesus Cristo, disposta a Sinalizar o Reino de Deus para os mais de 40000 habitantes que estão a nossa volta. E ver no domingo em nossa celebração de batismos e confraternização várias dessas pessoas presentes em nosso meio foi uma grande alegria.
Quero aproveitar para agradecer a Deus pela alegria de poder servir neste tempo na IBM e poder sonhar novos desafios para os anos vindouros, certo de que Deus continuará realizando sua vontade em nosso meio sempre.
Lembre-se existimos para “Viver o amor de Deus através do serviço, e propagar o Evangelho do Reino de Deus, discipulando e integrando pessoas a família cristã, para a glória de Deus”, não devemos perder de vista nossa missão. Pois mesmo sem lugar para as pessoas participarem das celebrações coletivas precisamos lembrar que ainda existe pessoas em nossa volta necessitando de conhecer o amor de Deus.
Não se esqueça pois em nossa “Jerusalém” ainda não foi alcançada e Deus quer usar minha e sua vida para o crescimento do seu Reino.
Do amigo e pastor.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Manifesto dos batistas brasileiros alusivo ao acordo Brasil-Vaticano

A Convenção Batista Brasileira (CBB) vem tornar público o seu posicionamento oficial sobre o Acordo Internacional firmado, em novembro de 2008, entre o Governo brasileiro e a Santa Sé.


A Declaração Doutrinária da CBB postula que Igreja e Estado devem estar separados por serem diferentes em sua natureza, objetivos e funções. É dever do Estado garantir o pleno gozo e exercício da liberdade religiosa, sem favorecimento a qualquer grupo ou credo. O Estado deve ser leigo e a Igreja livre. Reconhecendo que o governo do Estado é de ordenação divina para o bem-estar dos cidadãos e a ordem justa da sociedade, é dever dos crentes orar pelas autoridades, bem como respeitar e obedecer às leis e honrar os poderes constituídos, exceto naquilo que se oponha à vontade e à lei de Deus.



O Estado deve à Igreja a proteção da lei e a liberdade plena, no exercício do seu ministério espiritual. A Igreja deve ao Estado o reforço moral e espiritual para a lei e a ordem, bem como a proclamação clara das verdades que fundamentam a justiça e a paz.

Por isso, considerando...



1. Que a partir de quando um grupo de discípulos de Jesus Cristo foi denominado batista, os quais vêm se destacando ao longo dos séculos pela defesa intransigente da liberdade de pensamento, da ampla liberdade de crença e consciência, e, consequentemente, da separação entre Igreja e Estado;


2. Que este histórico posicionamento democrático propagado pelos batistas tem influenciado positivamente o mundo ocidental, de tal forma que vários Estados e nações têm incluído estes princípios em seus documentos constitutivos, que são as constituições nacionais, inclusive em convenções internacionais;


3. Que o referido Acordo Internacional, à luz da Constituição Federal, em seu artigo art. 84, inciso VIII, institui efetivamente um tratamento jurídico diferenciado entre os grupos religiosos na nação brasileira, uma vez que, em nosso sistema jurídico todas as religiões estão igualadas e são sujeitas a regulamentos, tanto por normas constitucionais, como por leis ordinárias vigentes, sendo ao Estado proibido intervir em questões religiosas, espirituais ou de fé, mas devendo normatizar e mesmo fiscalizar a atuação das igrejas e organizações religiosas, nas questões civis, associativas, trabalhistas, tributárias, criminais, administrativas, comerciais, financeiras etc, enquanto agentes atuantes na sociedade civil organizada.


4. Que diversas instituições representativas da sociedade brasileira, tais como a SBPC - Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - e, especialmente, a AMB - Associação de Magistrados Brasileiros -, tornaram públicos posicionamentos contrários ao Acordo Brasil-Vaticano, como divulgado: “A AMB ressalta que o modelo constitucional vigente instituiu a laicidade do Estado brasileiro, garantindo a liberdade religiosa a toda cidadania. O acolhimento do Acordo pelo Congresso Nacional implicará em grave retrocesso ao exercício das liberdades e à efetividade da pluralidade enquanto princípio fundamental do Estado. Rogamos que as autoridades legislativas atuem nesta questão com rigorosa conduta constitucional”. No mesmo sentido, contra a aprovação da “Concordata Católica”, pronunciaram-se diversas outras organizações religiosas e evangélicas representativas de igrejas e instituições, bem como instituições defensoras da manutenção do Estado laico em nosso país, sendo ignoradas pelos representantes do Legislativo brasileiro.

Pelo que, sustentamos...

1. Que nossa ênfase restringe-se ao foco jurídico-institucional, pois os demais grupos religiosos não possuem instituições com "status" de Estado internacional que os representem, não havendo, assim, possibilidade legal destes pactuarem acordos semelhantes, sendo que também por isso ele é inconstitucional, uma vez que rompe com o princípio da isonomia estabelecido na Constituição Federal.


2. Que este Acordo Internacional se apresenta temerário, na medida em que esta “Concordata Católica” trará benefícios concretos para o clero romano, os quais não são extensivos aos demais grupos religiosos do país.


3. Que o princípio da separação entre Igreja e Estado, vigente em nosso sistema constitucional desde 1891, mantido em todas as constituições seguintes, e de forma contundente na Carta Magna de 1988, fundamenta o Estado Laico, ou seja, o Estado sem religião oficial.


4. Que, consequentemente, a conquista deste Estado sem religião oficial, em nível constitucional, apesar de todas as suas imperfeições, especialmente na inexplicável, sob o prisma da laicidade, existência dos diversos feriados religiosos, e ainda, na tolerância, que fere o princípio da separação entre Igreja e Estado, da exibição de símbolos místicos em prédios e repartições públicas, é um marco legal que não deve ser flexibilizado de forma alguma, exatamente porque ele é a garantia jurídica da convivência pacífica entre os religiosos brasileiros de todos os matizes de fé.

Por isso, destacamos alguns dos pontos conflitantes do conteúdo do Acordo Brasil-Vaticano...


1. O artigo 3º reafirma a personalidade jurídica da Igreja Católica e de suas instituições, como a CNBB, dioceses, paróquias, prelazias territoriais ou pessoais, institutos religiosos, etc, estando expresso no seu parágrafo 2º que estas deverão obedecer a legislação brasileira para efeitos de criação, modificação ou extinção, reconhecendo a submissão destas ao cumprimento dos requisitos contidos no Código Civil, com relação às Igrejas e Organizações Religiosas. No artigo 6º é estabelecido que o Estado passe a colaborar na preservação do patrimônio cultural, histórico e artístico, e para tanto é claro despenderá de verbas públicas. No artigo 11, que regulamenta o ensino religioso, constituindo disciplina nos horários normais do ensino fundamental das escolas públicas de ensino fundamental. No artigo 12, que prevê que as sentenças dos tribunais eclesiásticos tenham validade jurídica em matéria matrimonial, sendo estas equiparadas, para todos os efeitos legais, às exaradas pelo Poder Judiciário pátrio.


2. Destacamos o artigo 14, o qual fixa que nos Planos Diretores das Cidades deverão ser reservados espaços destinados a fins religiosos ao culto católico, bem como o artigo 15, que trata da imunidade tributária das pessoas jurídicas eclesiásticas, sendo esta extensão do título de filantropia concedido só pelo fato de ser uma entidade católica apostólica ligada ao clero romano. No caso das demais confissões religiosas, esta permanece restrita tão somente as Igrejas, e todas as demais instituições, religiosas ou não, permanecerão necessitando enfrentar um salutar processo administrativo de comprovação de sua efetividade social, para que receba o beneplácito fiscal.


3. Ainda, no artigo 16, apresenta-se uma das grandes inovações que procuram "blindar" a Igreja Católica de Ações no Judiciário Trabalhista, pretendendo que os princípios do direito do trabalho, os quais norteiam as relações laborais, sejam ignorados no que tange aos padres e suas dioceses, bem como a religiosos e religiosas que labutam em seus respectivos institutos, aplicando-se lhes a Lei do Voluntariado, à qual não contempla a atividade religiosa.


4. Que no artigo 20 do Acordo é reiterado de forma inconstitucional um tratado internacional firmado em 1989, entre a Santa Sé e o Brasil, com relação as Forças Armadas, na qual os capelães evangélicos são chefiados por um ordinariado católico, estabelecendo um privilégio no comando da assistência religiosa nas Forças Armadas, o qual também fere o princípio da isonomia constitucional, já dentro da vigência da Carta Magna de 1988, e que até o presente momento não foi ratificado pelo Congresso Nacional, segundo propalado recentemente por parlamentares.

Desta forma, conclamamos aos Poderes da República Federativa do Brasil ...

Quer seja o Poder Executivo, na pessoa do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que encaminhe ao Congresso Nacional documento lastreado na Constituição Federal adotando medida retificadora da mensagem alusiva ao Acordo Brasil-Vaticano, para a manutenção de um país que não tem religião oficial e, por isso, não intervém em questões de fé, espiritualidade e religiosidade do povo brasileiro.


Quer seja o Poder Legislativo, através de suas casas legislativas, sobretudo o Senado Federal, para que não aprove a denominada Lei Geral de Religiões, à qual estende aos demais grupos religiosos os privilégios legais concedidos às Igrejas e Organizações Católicas Romanas. Que o Congresso Nacional, composto de parlamentares que representam a totalidade do povo brasileiro, os quais defendem diversas expressões de fé, inclusive ateus e agnósticos, encontre um efetivo instrumento legislativo para que não seja homologado o Acordo Brasil-Vaticano diante dos iminentes e concretos prejuízos que ferem o princípio da convivência pacífica de brasileiros de todos os matizes de fé, na construção de uma comunidade que tem por fundamento a dignidade da pessoa humana.


Quer seja o Poder Judiciário, composto de Juízes, Desembargadores e Ministros dos Tribunais Superiores, especialmente o Supremo Tribunal Federal, o qual, em última instância jurídica, é quem vai se manifestar, numa eventual interposição de uma ADI - Ação Declaratória de Inconstitucionalidade - em face do Acordo Brasil-Vaticano, como único órgão que poderá, afinal, manter o princípio da separação constitucional entre Igreja e Estado, resguardando a laicidade do Estado brasileiro conquistado na Constituição Republicana de 1891, e mantido na Carta Política de 1988, que veda de forma objetiva, à luz do art. 19, inciso I, da CF/88, a aliança do Estado brasileiro e uma Igreja ou representante de uma religião, um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, fruto do Estado Democrático de Direito, graças a Deus, vigente em nosso país.


Por fim, rogamos a Deus, por sua graça e misericórdia, conceda aos governantes brasileiros, em todos os níveis de atuação institucional, e em todas as esferas de poder, que através da atuação do Espírito Santo possam ser constrangidos em seus corações, na medida em que assevera a Bíblia Sagrada que devemos rogar aos Céus pelas autoridades constituídas, “[...] antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças [...] por todos que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada, em toda piedade e honestidade. Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo, Jesus [...]” (1 Timóteo 2.1-5).


Pr. Dr. Josué Mello Salgado Pr. Dr. Sócrates Oliveira de Souza
Presidente Diretor Executivo


Fonte Convenção Batista Brasileira

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Pastores ocupam a 7ª Profissão mais confiável

Para os capixabas a profissão dos bombeiros militares é a campeã absoluta no quesito credibilidade. Desde 2004 esses profissionais que se dedicam a salvar vidas mantêm o primeiro lugar da Pesquisa Futura sobre Credibilidade das Profissões, batendo a marca dos 84,2% de confiança (que é a soma dos percentuais dos que “confiam muito” com os que “confiam”).
Os carteiros, mesmo perdendo confiança de 2007 para 2009, são os profissionais com a segunda maior credibilidade, com 68,3% de confiança, posição antes assumida pelos professores em 2007. Os moradores de Vitória, os homens, as pessoas com ensino médio e superior e os entrevistados de classe A/B são os que mais acreditam nesses profissionais.
Os professores (64,9%) e engenheiros (59,2%) vêm em seguida. Em relação aos professores, a confiança é maior entre as pessoas da classe D/E. Os engenheiros possuem mais credibilidade entre os homens, entre os mais jovens, entre os entrevistados de nível superior e entre as pessoas de classe A/B.
Os jornalistas (56,7%), médicos (47,3%) e líderes religiosos (padres e pastores) (45%) assumiram a quinta, sexta e sétima posições, respectivamente. A profissão dos jornalistas foi a que apresentou maior crescimento em termos de pontos percentuais ao longo de sua série histórica, se comparada a todas os profissionais pesquisados, passando de 43,3% em 2004 para 56,7% em 2009.
Os economistas assumiram o 8º lugar no ranking das 14 profissões pesquisadas. De 2007 a 2009 o crescimento foi de 3,4 pontos percentuais e de 2004 a 2009 o crescimento foi de 13,1 pontos percentuais, sendo a segunda profissão com o maior crescimento ao longo de sua série histórica.
Os servidores públicos e juízes ficaram em 9º e 10º lugares no ranking. De 2007 a 2009 os juízes obtiveram um ganho de 1,1 ponto percentual, mantendo-se relativamente estáveis.
Em seguida aparecem os empresários, advogados e policiais (civis e militares). Os empresários obtiveram o maior crescimento de confiança entre 2007 e 2009, passando de 25,3% para 37,9%, ou seja, uma expansão de 15,4 pontos percentuais.
Os políticos foram os profissionais com pior avaliação a partir da opinião da população capixaba. Esses profissionais apresentaram um percentual de 5,9% de confiança entre os entrevistados. A desconfiança é maior entre os moradores de Serra e entre os homens.
Fonte: Gazeta Online